Pesquisar este blog

31 de dezembro de 2013

Vamos receber o NOVO!

Ele vem chegando de mansinho roubando a cena, querendo carinho.
Em meio à agitação chega sereno e calmo nos preparando para o que está por vir.
Carente de atenção, cheio de planos e sonhos e torcendo pela realização de cada um.

Ele chega carregado de oportunidades esperando nosso entusiasmo em abraçá-las.
Ao barulho dos fogos, em meio aos abraços, ao estourar de champagnes e a alegria do momento recebemos o ano novo.
Fechamos um ciclo e iniciamos outro cheio de possibilidades.

Que em 2014 possamos viver a alegria, o amor e a união da virada todos os dias.
Que possamos caminhar sempre com pensamentos positivos para atrairmos somente o melhor.
Que nossos olhos vejam sempre o melhor das pessoas e do mundo.
Que nosso falar seja sereno e edificante, que nosso ouvir seja seletivo, escutando realmente quem precisa e eliminando o que não é correto e que não faz bem ao nosso coração.

Que nossas decisões sejam sempre abençoadas por Deus.
Que a generosidade seja uma constante e a esperança em um mundo melhor nunca nos falte. Que possamos fazer sempre o bem.
Que o amor, o respeito e admiração paute cada momento, cada relação e saberemos o quanto somos amados infinitamente.

Que possamos fazer ao menos uma pessoa feliz e se alegrar na felicidade do próximo.
Que saibamos agradecer as graças de cada dia, um sorriso, um abraço, o andar descalços, a chuva que cai, o sol que renasce, o ar que respiramos, a comida em nossa mesa, os amados ao nosso lado. Tudo é motivo para agradecer.  A gratidão é um poderoso ingrediente para abençoar ainda mais nossas vidas.
Que possamos realmente abraçar 2014 com todas as suas oportunidades e fazermos sempre o melhor, por nós, por nossa família e amigos e por nossa comunidade.




É o que eu desejo pra você de coração!
FELIZ ANO NOVO!!!
Saúde e paz! Felicidade e sucesso sempre!
Namastê!
Isa Vieira



29 de dezembro de 2013

O Perdão e a Religião

Outro dia vi uma frase simples, mas carregada de sentido que era mais ou menos assim:
“A melhor religião é Deus.” Infelizmente não sei o autor, mas entender o que essa frase carrega é simples. Hoje nós temos católicos, evangélicos de todos os seguimentos, espíritas, budistas, umbandistas e por aí vai...o leque é grande. E ainda temos os ateus e os agnósticos, que no fim acreditam em algo, nem que seja nos seus próprios lampejos sobre a criação do universo. Bom, mas isso todo mundo já sabe. A questão é que já vi um ateu fazer muito mais por uma comunidade do que muitos espiritualizados por aí. Já vi um ateu com uma sabedoria incrível, com uma paciência de elefante e com um respeito ao próximo e às suas diferenças difícil de se ver.

Veja bem, não estou aqui dizendo que a religião não é necessária. Até mesmo porque sou católica e quando me afasto de mais, me sinto um tanto quanto vazia. Espiritualizar-se é necessário. Bom, mas porque estou comentando essas questões sobre os ateus, você vai me perguntar. Simples, avaliando a situação de uma amiga que cometeu um erro, mas reconheceu e mesmo assim não teve o perdão que ela tanto precisava, decidi escrever sobre esse assunto enfatizando como um ateu age em contraste com a forma como outras pessoas agem. Há algum tempo vi uma pessoa da igreja que posta nas redes sociais coisas sobre o amor, versículos bíblicos, que fala sobre o perdão e do exemplo de Jesus “Perdoar 70x7”, dar as costas há uma pessoa, deixando-a sofrer com seu afastamento, num silêncio ensurdecedor.

Eu sei que quando acontece algo em um relacionamento,seja ele de qualquer natureza, dependendo do grau de intensidade, as vezes realmente é necessário um afastamento para avaliar as coisas, mas esse afastamento não pode deixar o outro com a sensação da indiferença.  A indiferença é dada aos que não tem importância em nossa vida. E se amamos alguém, não importa o que aconteceu, temos que reconhecer as limitações de cada um. Somos imperfeitos e todos nós corremos o risco de errar. Então, pra que julgar, pra que remoer e tratar com indiferença. Esses sentimentos só nos fazem mal. Todo mundo merece uma segunda chance. No entanto, algumas pessoas recebem uma segunda chance e não dão valor e nesse caso é necessário perdoar também, mas se proteger para não se prejudicar por alguém que não dá a mesma importância aos relacionamentos.

É claro que muitas vezes o perdão não precisa ser pedido diretamente. Se conseguirmos nos perdoar, porque parte do que aconteceu também é responsabilidade nossa e perdoamos o outro dentro de nós verdadeiramente, o perdão é mais genuíno. Perdoar é necessário para não morrermos sufocados pela mágoa.

O perdão é libertação para o perdoado e para quem está perdoando. Afinal de contas, o primeiro mandamento é AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS e o segundo AMAR AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO. E se somos feitos à imagem e semelhança de Deus, o que eu vejo no meu próximo é a própria figura de Deus, e, quando julgamos e não perdoamos é à Ele que estamos magoando.  


Por isso, reafirmo a frase que li: A melhor religião é Deus, que nos ama incondicionalmente, com nossos erros e acertos, com nossos defeitos e qualidades, que conhece cada cantinho do nosso coração e entregou seu único filho para nos salvar. Quer amor maior do que esse? Se o próprio Deus fez isso por nós porque se enraivecer? Porque julgar? Porque não perdoar? Porque não amar? 

Namastê
Isa Vieira

Fonte das imagens: Busca no Google com a palavra perdão